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IR OU NÃO IR AO HOSPITAL? EIS A QUESTÃO!

A Lei do Minuto Seguinte (12.845/13), que garante o atendimento imediato, emergencial e integral a todas às vítimas de estupro pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A ‘Lei do Minuto Seguinte’ fala sobre a importância do atendimento feito às vítimas, logo após sofrerem agressões, para que sejam ministrados medicamentos necessários para a prevenção de doenças e gravidez.


A mulher vítima de violência sexual, não só estupro, tem direito a ser atendida imediatamente e de forma integral, gratuita, multidisciplinar, em qualquer hospital do SUS, ou seja, os agravos físicos devem ser tratados e os psicológicos também. Se necessário, a vítima pode ser encaminhada para assistência social.


Dentre outros serviços oferecidos estão o uso da pílula do dia seguinte, que previne a gravidez. A prevenção de doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) também é feita assim como a realização do teste de HIV.


A lei garante a facilitação do registro de ocorrência assim como envio de material que comprove a agressão sexual e possa identificar o agressor para as delegacias especializadas e para órgão de medicina legal. Logo, a vítima deve ir ao hospital antes de procurar uma delegacia, quando a agressão é recente. O Ministério da Saúde recomenda o atendimento dentro de 72 horas. Não é necessário ter um boletim de ocorrência para ser atendida, sua palavra basta. Porém, se a vítima preferir pode passar antes em uma Delegacia de Atendimento à Mulher (DEAM).


Primeiro, cuide de sua saúde e depois denuncie! Quem não denuncia, se arrepende.


@advcarolinaramos

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